domingo, 16 de janeiro de 2011

NO MEIO DO SOFRIMENTO A OPORTUNIDADE DA DOAÇÃO


Vamos abraçar os nossos compatriotas flagelados, muitos deles agora sem os seus queridos e o abrigo de um lar, repartindo com eles aquilo que temos. De graça recebestes, de graça dai - Mt.10.8. Mais bem-aventurado é dar que receber - At.20.35.

Banco do Brasil:   Teresópolis, Ag.0741-2/ CC. 110000-9
                                   Friburgo,     Ag.0335-2/ CC. 120000-3
                                   Petrópolis,   Ag.0080-9/CC.  76000-5

MEDITAÇÃO MATINAL


O Senhor é o Deus Supremo que criou (e cria), sustenta, transforma e governa todas as coisas, e nada escapa ao seu sábio controle e designo. Ele gerencia e tem nas suas mãos o comando das coisas grandiosas, como as galáxias, e também das coisas ínfimas como as micronésimas partículas do átomo. Muito embora tenha dado ao homem a mordomia da terra, com tudo o que nela há - Sl.115.16, Gn.1.26-28, Sl.8.6-8, e este tenha repassado ao arqui-inimigo grande parte do que estava em suas mãos, isto é, os reinos que hoje são os reinos tenebrosos deste mundo (Mt.4.6-8, Ef.6.12), dominados pelos kosmocratas das trevas, mesmo assim, nada acontece, senão pela vontade ou permissão de Deus - Jó 1.12 e 2.6. Veja a beleza desse verso da Bíblia:
          "Só tu és Senhor, tu fizeste o céu, o céu dos céus e todo o seu exército, a terra e tudo quanto
          nela há, os mares e tudo quanto há neles; e tu os preservas a todos com vida, e o exército dos
          céus te adora" (Ne.9.6).

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

ONDE ESTÁ A NOSSA FÉ?

        
         Antigamente, o poder de uma nação, muitas vezes, estava no número de cavalos e carros que possuia para os momentos de guerra. Assim foi que Salomão chegou a ter 40.000 cavalos e 12.000 cavaleiros (IRs.4.26), e ainda 1.400 carros de guerra (IRs.10.26), poderio que impressionava qualquer visitante, como foi o caso da rainha de Sabá.
          Hoje, os países demonstram sua supremacia por meio do poder bélico, mas também através da tecnologia avançada, dos recursos que estão disponibilizados aos seus cidadãos. Os americanos (USA) dizem com um certo orgulho: "As nossas viagens são, na sua maior parte, através de avião. Enquanto o Brasil tem apenas 4% das suas viagens por meio aéreo, nós temos 60% das nossas viagens por esse meio."
          Quanto mais os recursos são disponíveis a nós, mais dificuldades temos em crer em Deus e nas suas providências. Foi por essa razão que Cristo disse ser mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha que um rico (de possibilidades terrenas) entrar no reino de Deus - Mt.19.24. Quando, de súbito, nos vem uma doença, lembramos do telefone, do carro, do pronto socorro, do plano de saúde, do médico, dos remédios; e de Deus, somente em última instância, se os meios anteriores falharem.
          Há poucos dias, estávamos em uma clínica que faz tratamentos cardiológicos, e muitos ali esperavam para serem atendidos. Nisso, houve um "black-aut" na energia e tudo ficou desativado: aparelho de raio x, de eletrocardiograma, de ressonância, esteira, computadores. Os pacientes foram sendo dispensados e, um dos atendentes tomou a palavra para dizer a todos: aqui, sem energia, não se faz nada. Então fiquei a pensar: quão precários são esses dispositivos, nos quais colocamos a nossa fé!!! Nem mais confiamos no homem, na sua capacidade de superar barreiras; porque, no passado, uma caneta esferográfica fazia o trabalho de um computador e os médicos eram clínicos somente pela audibilidade e "olhômetro"!
         Será que a nossa segurança está mesmo na energia elétrica, na tecnologia? Será que ainda são válidas as mensagens de Jr.17.5, Sl.20.7, Sl.33.17, em pleno século XXI? Quem realmente pode, tem condições, para guiar os nossos passos (Pv.20.24), e sabe até mesmo quantos são os cabelos da nossa cabeça - Mt.10.30? Não estavam os Estados Unidos com a mais primorosa tecnologia do mundo, quando foram atacados o Pentágono e as Torres Gêmeas? Quem, até hoje, ofereceu-nos condições para fazermos (como o salmista) a seguinte afirmação: "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo;..." (Sl.23.4). Quem??? Onde está alicerçada a nossa fé? Pense nisso!!!
          
        

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

INFORMAÇÃO:


 Nos Estados Unidos os deputados federais (que já ganhavam menos que os deputados brasileiros) resolveram, expontaneamente, reduzir os seus próprios salários, para ajudar o país. Os deputados brasileiros, desavergonhadamente (a toque de caixa), aumentaram consideravelmente seus polpudos salários. Quando será que teremos, no Brasil, HOMENS PÚBLICOS de fato?  Por enquanto, temos apenas homens gananciosos, com raríssimas excecões, ocupando e conspurcando essa nobre posição de homem público.

JOHN STOTT


Estávamos em São Paulo, num auditório amplo, esperando por sua chegada. Queríamos ouvir esse homem de Deus sobre quem na ocasião muito se falava, tendo já lido, com admiração, de sua lavra, o livro "Contra Cultura Cristã". Houve um desvio de sua mala de viagem e, por isso, se demorava. Quando chegou e se pôs entre os que no palco conduziam o louvor, trajava-se de maneira tão simples que não era de supor ser ele o esperado. Quem é... não precisa se esforçar para ser ou parecer alguma coisa!!! Ali estava, diante dos nossos olhos, aquele servo do Senhor, famoso, por ter sido conselheiro espiritual da Rainha da Inglaterra, por ter escrito livros e comentários bíblicos com especial sabedoria e discernimento. Contudo, o que nos trouxe grande admiração mesmo, entre tantas outras coisas, foi sua humildade e candura em se conduzir tão adequadamente na sua comunicação; com fidalguia, respeito e consideração às pessoas do auditório! Isso chamou a atenção de todos, foi impressionante!!! Se puder, leia os livros de John R.W.Stott, e são muitos os que estão traduzidos e disponíveis, publicados no Brasil.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

NATAL E RÉVELLION

         
          O Natal, há muito tempo, deixou de ser uma festa espiritual, do coração voltado para Deus, para ser uma manifestação autêntica do egoìsmo humano, aproximando-se do carnaval, cuja ênfase é a cupidez da carne. O protagonista principal do Natal agora é o Papai Noel e os figurantes são os presentes, o panetone, o peru assado, os convivas, a ceia, as bebidas, as viagens, a praia, tudo feito para o nosso próprio deleite. O Verbo que se fez carne, fazendo-se Filho do Homem a fim de que nos tornássemos filhos de Deus, sim, aquele que deveria estar recebendo toda a honra da nossa parte, está sendo paulatinamente esquecido. Que desvirtualização!!!
          O "Révellion", na passagem de ano, que deveria ser um bom marco nas nossas vidas, um momento sensibilizador para a renovação dos nossos propósitos, também tem concentrado o sibaritismo, a voluptuosidade excessiva, a busca do divertimento e satisfação pessoal. Além do desgaste exagerado, dos gastos incalculáveis por alguns com luxo extravagante, vê-se claramente que Deus não tem tido espaço nos folguedos da maioria dos brasileiros, principalmente nessa ocasião. São muitos os fogos, despesas exorbitantes com foguetórios para o encanto dos olhos, bebidas, guloseimas, roupas brancas, previsões para o novo ano, os desejos e votos de paz, saúde, alegria, felicidade para todos; mas onde está Deus nisso tudo?
          Se o Senhor não é mencionado, num momento tal como esse, é porque não está em definitivo presente em nosso coração. Gosto de observar o comportamento dos americanos (estadunidenses) que, frequentemente, usam a expressão "my God" (meu Deus) e isso advém da cultura desenvolvida entre eles. Não que o americano seja, por isso, mais "spotless" (puro, ilibado) que o brasileiro. Mas, o nosso Deus deverá ser sempre honrado em nosso meio, porque, "feliz a nação cujo Deus é o Senhor" - Sl.33.12. E não nos esqueçamos que "dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas" - Rm.11.36.

        

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

QUEM DEVE COMEMORAR O NATAL?


Somente aquele que foi redimido por Cristo Jesus e a ele se uniu, que traz em si o processo de regeneração ativado em seu interior, e que foi selado pelo Espírito Santo é que tem razões para comemorar o Natal de Cristo. Quem não tem esse dom, essa graça em sua vida, não deveria comemorar; isto porquê, na verdade, não há o que ser comemorado. Aliás, não é esse almoço (ou ceia) de Natal que constitui o memorial do nosso relacionamento com o Filho de Deus; mas a Ceia que ele mesmo instituiu, ordenando-a como sinal de nossa participação no seu corpo místico, presente no mundo continuamente. Portanto, se estamos nele (como servos, amigos) e ele está em nós (como Salvador, Mestre e Senhor), temos mesmo é que comemorar de todas as maneiras, permanentemente, até que, na sua volta, o seu Reino em definitivo seja estabelecido. Aleluia!!!